Arquivado por agosto, 2007
PRIMEIRO EU, DEPOIS O CLIENTE – PARTE 2: HORA DO ALMOÇO
Na minha última andança pelo centro do Recife vi uma cena de cortar o coração (de um mercadólogo).
Na busca por um presente de aniversário para uma amiga, entramos, eu e minha esposa, numa loja e rodamos por alguns minutos até acharmos um “presente genérico”: uma toalha de banho e outra de rosto. Optamos por esse artigo porque quem comprasse teria direito a bordar um nome de até oito letras, tanto numa quanto na outra. Pegamos as toalhas, mas, ao nos dirigirmos para a máquina de bordar, estava ela desligada e não tinha ninguém por perto. Então procuramos um funcionário da loja para saber a que horas a pessoa estaria disponível para gravar o nome. O moço apontou para uma senhora e disse que era ela quem bordava. Falamos com ela, pagamos, voltamos e ela fez o bordado. Ficou bom, melhor do que esperávamos.
MAIS SOBRE ADMINISTRADORES
Um amigo meu falou de um cara que trabalha no ramo de informática. Na empresa, ele cuida da administração geral, já que é formado nisso, mas às vezes precisa vender também. Quando ele faz isso é uma desgraça! Não tem nenhuma habilidade para as vendas, perdendo muitos clientes por conta disso. Nota dez no quesito “administrador”, nota zero no quesito “habilidade necessária para que o negócio dê certo”.
CARREIRA: SOMOS PRODUTOS
Foi o que disse um professor meu. Eu concordo.
Para o mercado, nós somos como produtos e as empresas são como consumidores. E consumidores exigentes, que só querem do bom e do melhor. E como existem diversos produtos parecidos na vitrine, o que mais se destacar terá mais chances de ser adquirido, ou seja, incorporado à organização. Com base nisso, o candidato a uma vaga no tão concorrido mundo corporativo deverá seguir os princípios que um produto destacado utiliza:
ÉTICA: LÁ VEM AQUELE CLIENTE CHATO DE NOVO!
Fui na loja de uma amiga minha ver como andavam as coisas. Cumprimentei ela e conversamos um pouco. No meio da conversa, chega um senhor de idade com uma cara carrancuda. Ao vê-lo, ela não se conteve e me disse, baixinho:




