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FUNCIONÁRIO EMESSEÊNICO

Não tenho o privilégio que alguns amigos meus têm no ambiente de trabalho. Eles podem usar o MSN e eu não. Detesto isso, mas, por outro lado, adoro isso. Não gosto, porque deixo de falar com amigos meus da faculdade e trabaom amigos meus da faculdade e trabalho, perdendo a oportunidade de trocar idéias e informações valiosas, além de conversar muita besteira. Gosto, porque assim me concentro mais e consigo produzir melhor.

E é justamente isso que atrapalha vários desses meus amigos usuários de utilitários como MSN, Orkut e outros programas. Acabam se empolgando tanto que dão prioridade à diversão em detrimento aos afazeres do trabalho. A consequência disso é queda de produtividade e repreensões por parte dos superiores. Sem contar que isso faz um mal danado à carreira de qualquer pessoa.

Como resolver esse verdadeiro vício? Este link aqui vai direcionar você a uma matéria de uma consultora que explica o que pode ser feito para haver uma conciliação entre diversão de internet e obrigações profissionais. Da mesma forma que não podemos somente trabalhar e trabalhar sem relaxarmos, não devemos nos empolgar quando estamos naquelas emocionantes conversas pela rede. Equilíbrio nessas horas é complicado, mas deve ser nossa busca constante, pois a cada dia a internet nos oferece recursos muito atrativos e que nos fazem dispender horas sem nem perceber. Aí as atividades profissionais ficam escanteadas e então já sabe, né? Chicote no lombo!

Mas, antes mesmo do patrão dizer se permite ou não que sejam usadas tais ferramentas de comunicação, quem tem que se policiar quanto a isso é o próprio profissional. A consciência de dosar adequadamente diversão virtual e obrigações da rotina do trabalho deve partir da pessoa, e não de regras impostas pela empresa. Só assim conseguimos dar prioridade ao que mais interessa nas nossas carreiras, que é imprimir nela a imagem de que somos dedicados e esforçados no trabalho, e não a marca de que preferimos usar a rede corporativa para conversar e jogar as preciosas horas de expediente, arduamente pagas pelo empregador, no lixo.

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