RELACIONAMENTO COM O CLIENTE: LAMENTO, MAS O SENHOR NÃO PODE COMPRAR
Volto a falar da loja apontada no post anterior. Dos males, o menor: pelo menos a péssima experiência que eu tive rendeu assunto de sobra.
Como já havia dito, fui tratado com toda desconsideração do mundo pela loja Esplanada, aqui do Nordeste. O infeliz do atendente, em vez de me vender o que eu tinha passado mais de meia hora escolhendo, decidiu me mandar atualizar meu cadastro. Nem se mexeu para me ajudar nessa tarefa, o que me motivou a quebrar o cartão e deixar as metades alí na loja mesmo.
Isso, além de atestar e aprovar a incompetência daquele empreendimento, como já havia dito, matou toda possibilidade de bom relacionamento com o cliente. E não que essa empresa não se esforçe. Visitei o site da Esplanada e constatei que foram feitas diversas tentativas de iniciar um relacionamento com o público-alvo. Para o azar dela, só tentativas. A pessoa que elaborou as táticas usadas no site não tem o mínimo de criatividade. Entre lá para ver. Aliás, não entre. Vá a um site mais proveitoso.
Não adianta nada uma empresa querer iniciar um relacionamento mais estreito com seus clientes e agir fazendo justamente o contrário. De nada serve tentar elaborar ações de marketing que somente funcionam se o cliente ir atrás e ligar o botão. A loja é quem tem que se mexer para fazer as coisas acontecerem, convidando gentilmente o consumidor a participar das ações e ver como é bom interagir com aquela organização. Mas a Esplanada não entende assim. Na verdade, não devem entender nada de relacionamento com o cliente.
Para um bom relacionamento, deve-se:
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Reconhecer as necessidades do consumidor e a impressão que ele tem da loja como um todo;
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pensar primeiro as ações simples, para depois que elas estiverem implantadas e funcionando corretamente, partir para as mais complexas;
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sempre monitorar as ações, intensificando as de maior sucesso e retirando as fracaçadas.
Ainda existem outras regrinhas básicas de como se relacionar bem com o cliente. Independente das ações que forem incluidas nas atividades da empresa, tudo começa com um simples e lógico mandamento: colocar o cliente em primeiro lugar, sempre.




