VENDAS: A PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE VENDE
Nas minhas andanças por aí, passei por uma loja que nem parecia ser uma loja. Só percebi que se tratava de uma assistência técnica de celulares após insistir em ver os detalhes. Parecia um depósito de carcaças de celular.
Havia naquele estabelecimento um balcão sujo, equipamentos velhos e defasados, produtos encardidos e um meliante, quer dizer, um atendente, com os pés emcima de uma mesa, de cara fechada. Naquele momento eu não estava procurando uma loja daquele tipo, mas se estivesse não entraria naquela de jeito nenhum.
Ainda existe gente que, por mais incrível que pareça, não acredita que uma boa impressão passada para o cliente pode fazer com que ele seja atraido para a loja. Chega-se até ao caso em que uma pessoa que não está buscando por aquele determinado produto, ao se encantar com a beleza da arrumação da vitrine, lembra que já precisou de um daqueles e entra para conferir ou que o vizinho já esteve procurando por um produto semelhante e decide indicar aquela loja.
Já uma vitrine mal arrumada passa logo de cara a imagem de desleixo para o possível cliente. Ao ver que o estebelecimento expõe produtos antigos e de forma desorganizada, com um vendedor que mais parece um mecânico de caminhão de beira de rodovia, o mesmo passa de possível para impossível cliente. E aí fica o dono do negócio se perguntando porquê seu empreendimento deu errado.
A primeira impressão é a que vende. Isso deveria estar na cabeça que todo gestor, seja de um pequeno, médio ou grande empreendimento. Quando se trata de vendas, mostrar uma boa imagem é garantir metade do processo de compra. A outra metade vai ser concluída com a competência da empresa em vender corretamente.




