Arquivado por novembro, 2007
ESPÍRITO EMPREENDEDOR SEM CONHECIMENTO GESTOR
Antes de chegar em casa, decidi passar numa loja que vende bolos e outras guloseimas para comprar algo para o jantar. Já tinha visto a fachada chamativa dessa loja antes, mas só quando bateu a fome foi que deu curiosidade de entrar lá.
De cara, vi um grande local com vários balcões, colocados lado a lado como uma fronteira, e uma pessoa atendendo. Observando criticamente, porém, percebi que havia espaço demais no interior da loja para tantos balcões e bolos. A disposição do lugar foi feita na intenção de, ao invés de aproveitar, apenas ocupar espaço e evitar a sensação de vazio. O efeito contrário disso foi a impressão de desperdício de área. Somente para cutucar, depois que a moça me vendeu, perguntei a mesma:
VENDAS: TENHO OS DOIS, O BOM E O RUIM
Estive procurando por um cartucho para minha impressora nessa terça-feira, quando me deparei com mais um absurdo no quesito atendimento de vendas.
Entrei na loja e perguntei sobre o produto. Pedi o cartucho e a vendedora disse que tinha o original e o remanufaturado. Perguntei então sobre os preços e vi que existia um abismo entre eles. Para justificar, a atendente disse que o original é um bom produto e o recomenda, enquanto o remanufaturado, com quase certeza, irá entupir a máquina, pois a tinta usada é de péssima qualidade. Agradeci a explicação e saí de lá embasbacado: como é que uma loja coloca para venda um produto que ela mesma reconhece como sendo prejudicial ao consumidor?
PEQUENAS IDÉIAS QUE GERAM VALOR
Para pessoas criativas, idéias são o que mais aparecem em sua mente. Essa chuva de idéias pode ser utilizada como um diferencial competitivo com bem administrada. O Gustavo Periard, do Sobre Administração, escreve um pouco sobre como aproveitar os “estalos” que repentinamente surgem em nossas mentes, mas que podem, de uma hora para outra, salvar uma empresa.
CARREIRA: CAINDO A FICHA!
Como todos que acompanham este humilde blog já sabem, eu estou a dois passos do paraíso. Prestes a concluir a graduação, as aulas já terminaram e agora só falta receber o diploma.
Acontece que a ficha ainda não caiu para muitos (obrigado, Wiara, pela involutária sugestão de título). O que quero dizer é que alguns dos meus (ex) colegas de sala não decidiram ainda o que farão com essa nova carta na manga. O poder lhes foi dado, mas ainda não sabem como utilizá-lo para o bem, tanto da sociedade quanto deles próprios.




