Arquivado por novembro, 2008
INDICAÇÃO: É PRECISO TER EXCELÊNCIA PROFISSIONAL
Este artigo complementa uma ótima palestra que assisti hoje sobre gestão de pessoas.
Flávio Martins da Costa
Não resta dúvida alguma que, seja nos períodos de crise ou de abundância de oferta de trabalho, somente conquistam oportunidades no mercado os profissionais que atendam ou mesmo superem às suas crescentes exigências e que, além disto, se destaquem entre os demais. No aspecto da formação profissional, com o aumento das ofertas de cursos e outras formas de desenvolvimento, a seleção do mercado tem sido maior.
LATIN GRAMMY E O PLANEJAMENTO QUE DEU ERRADO
No último dia 13 aconteceu a premiação Latin Grammy, transmitida simultaneamente nos Estados Unidos e no Brasil. A emissora Band ficou a cargo da transmissão brasileira, que foi um verdadeiro fiasco. Apesar de todo ensaio e planejamento feito com bastante antecedência, muita coisa saiu errado. A Band não expôs isso, mas outras emissoras, principalmente a Rede TV, com o programa Pânico na TV, trataram de cutucar a ferida. A sucessão de erros foi constrangedora e mostrou que o planejamento, quando feito, foi fraco e inseguro, o que não garantiu a qualidade esperada.
VELLKER: INDENIZAÇÕES S/A
Terminou de forma previsível o pedido de anistia feito ao governo pela família de João Goulart, o ex-presidente Jango, deposto pelo regime militar de 1964. Como todos que acompanharam o caso previam, depois de uma bem elaborada série de artigos nos jornais relatando histórias dignas de um livro de espionagem, a indenização aos familiares de Jango foi concedida.
INDICAÇÃO: LÍDER ORDINÁRIO VERSUS LÍDER EXTRAORDINÁRIO
Karin Sato
Um lidera pelo medo. O outro, pelo respeito. Mas para o consultor da Robert Wong, André Alfaya, a diferença principal entre o líder ordinário e o extraordinário é que o primeiro não alcança os melhores resultados possíveis e, de quebra, ainda dá prejuízo à empresa, por conta dos processos de assédio moral. Já o líder extraordinário atinge bons resultados porque delega e confia na capacidade das pessoas. Essa confiança se dá justamente porque ele sabe contratar os profissionais certos.O ordinário não consegue lidar com a pressão e corre o risco de ter uma vida curta na empresa. “Como não consegue liderar com naturalidade, acaba fazendo algo errado ou pedindo demissão, devido ao excesso de pressão por resultados”, explica Alfaya.




