A gestão inteligente das empresas de sucesso
Por Nelson Tanuma
No final de 2009 anunciava-se em diversas mídias, que o Brasil vivia um “apagão de mão-de-obra qualificada”, com 1,7 milhões empregos que não haviam sido preenchidos, e por outro lado, existiam cerca de 2 milhões de pessoas, em idade produtiva, desempregadas.
Esse paradoxo se explica pelo sistema educacional brasileiro deficiente com investimentos aquém do necessário, e pela política de assistencialismo que serve apenas de paliativo e vem sendo aplicado a muito tempo em nosso País.
Nos últimos 25 anos, ocorreram transformações significativas nas formas de gerir os profissionais dentro das empresas. As organizações contemporâneas preferem o profissional proativo e com espírito empreendedor, ao “soldado” obediente, disciplinado e reativo As empresas estão buscando formas de desenvolver a cultura organizacional estimulando a criatividade e iniciativa por parte dos seus profissionais.
A gestão baseada no controle rigoroso tem se mostrado deficiente e prejudiciais para as organizações, que não vislumbram outra alternativa senão proporcionar oportunidades de qualificação através de treinamentos, e dar mais autonomia para seus profissionais.
Elas já admitem maior participação das pessoas nos seus rumos e destino. As cabeças pensantes perceberam que a figura do chefe autocrata não conduz os subordinados ao comprometimento, que é um elemento essencial da Gestão por Competências. As organizações desejam ter em seus quadros líderes inspiradores que comandem seus liderados por inteiro, de forma integral, e não apenas “do pescoço para baixo”.
As organizações modernas necessitam de profissionais tomadores de decisão, que tenham conhecimentos, habilidade e, principalmente atitudes para colocarem em prática a missão da empresa tendo como guia a sua visão, buscando incansavelmente o engajamento e comprometimento de seus profissionais.




