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	<title>PORTAL ADMINISTRANDO &#187; Recursos Humanos</title>
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	<description>Gente &#38; Gestão</description>
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		<title>A vida na encruzilhada</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[crise existencial]]></category>
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		<category><![CDATA[dilemas]]></category>
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		<category><![CDATA[Tom Coelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Os maiores dilemas de nossa vida nos colocam diante da dúvida de saber o que
queremos - e o que não queremos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por Tom Coelho</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><a href="http://www.administrando.biz/wp-content/uploads/2012/02/encuz.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5787" title="encuz" src="http://www.administrando.biz/wp-content/uploads/2012/02/encuz-150x150.jpg" alt="" width="105" height="105" /></a>&#8220;Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida.&#8221; </span><span style="color: #000080;">(Platão). </span>Invariavelmente você passará, e mais de uma vez no decorrer de sua vida, por dilemas acerca dos caminhos a seguir em busca da tão almejada felicidade.</p>
<p><span id="more-5784"></span></p>
<p style="text-align: justify;">São situações únicas nas quais escolhas precisam ser feitas, decisões devem ser tomadas e a protelação apenas alimenta e aumenta a angústia, a ansiedade, a frustração e a insatisfação.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestas ocasiões, é comum declarar não saber o que se quer. Decerto, os primeiros questionamentos são com relação ao sentido da própria vida, levando ao entendimento de que se trata de uma &#8220;crise existencial&#8221;, na qual imperam o vazio e o caos.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que este é um momento singular para grande reflexão pessoal a fim de identificar, reconhecer e enfrentar esta crise. É hora de questionar valores, encontrar novas referências, compreender transformações, acolher mudanças ou promover rupturas. Você controla seus pensamentos, amadurece suas emoções e decide sair da zona de conforto, abandonando o comodismo e o conformismo, buscando soluções para seus problemas em lugar de culpados.</p>
<p style="text-align: justify;">Por se tratar de um processo, não é algo que será resolvido em um único final de semana. Por isso, é importante ter paciência e dar tempo ao tempo. Interprete esta fase como um período de aprendizado que poderá levar você ao crescimento, à evolução e à superação.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se de formular muitas perguntas &#8211; e buscar respostas para a maioria delas. E embora as tais respostas devam vir de você mesmo, convém consultar<br />
terceiros, porém com parcimônia, pois respostas desencontradas podem mais<br />
desorientar do que ajudar.</p>
<p style="text-align: justify;">Saber o que não quer, também é um grande progresso. Assim é o estudante diante da escolha de qual carreira seguir, que embora frente a múltiplas possibilidades, tem ao menos a convicção de que selecionar Administração exclui Medicina, uma inclinação ao Direito enfraquece a opção por Engenharia, e vice-versa.</p>
<p style="text-align: justify;">O profissional em transição de carreira pode ter dúvidas entre pedir demissão e procurar outra empresa, tornar-se consultor, abrir um empreendimento próprio, fazer um concurso público ou mesmo tirar um período sabático para reflexão. Mas será um grande avanço saber que não pretende continuar em seu atual emprego, posto que desestimulado seja pela falta de desafios, oportunidades, reconhecimento ou clima organizacional agradável.</p>
<p style="text-align: justify;">Analogamente, um relacionamento conjugal desgastado, arrasta-se e sucumbe de tal forma que a separação não decorre porque se deseja ficar só ou buscar a<br />
companhia de outra pessoa, mas apenas porque não se deseja continuar ao lado de quem está hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa vida, nos dias atuais, tornou-se alienante, diante de sua rapidez e senso constante de urgência. Deixamos de valorizar o que temos para projetar o que não temos, com base nas imposições da sociedade e no ideal de status.</p>
<p style="text-align: justify;">O que realmente vale a pena é aquilo que nos traz serenidade, sossego e paz de espírito. Que nos permite sorrir de forma autêntica e compartilhar da convivência das pessoas que apreciamos. Que nos possibilita recostar a cabeça no travesseiro no final do dia e dormir o sono leve, acolhedor e reconfortante de quem fez o melhor e se prepara para um novo e edificante amanhecer.</p>
<p style="text-align: justify;">* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de &#8220;Somos Maus Amantes &#8211; Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento&#8221; (Flor de Liz, 2011), &#8220;Sete Vidas &#8211; Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional&#8221; (Saraiva, 2008) e coautor de outros cinco livros. Contatos através do e-mail <a href="mailto:tomcoelho@tomcoelho.com.br">tomcoelho@tomcoelho.com.br</a>. Visite: <a href="http://www.tomcoelho.com.br/">www.tomcoelho.com.br</a> e<br />
<a href="http://www.setevidas.com.br/">www.setevidas.com.br</a>.</p>
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		<title>Associativismo de resultados</title>
		<link>http://www.administrando.biz/2012/01/24/associativismo-de-resultados/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 10:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[associações]]></category>
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		<category><![CDATA[Tom Coelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Participar de uma associação ou entidade é uma decisão pessoal e voluntária,
mas que também exige comprometimento e responsabilidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por Tom Coelho</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><a href="http://www.administrando.biz/wp-content/uploads/2012/01/associativismo.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5740" title="associativismo" src="http://www.administrando.biz/wp-content/uploads/2012/01/associativismo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;Nosso caráter é resultado de nossa conduta.&#8221; (Aristóteles)</span> Desde 1996 atuo voluntariamente em associações e entidades. Quer saber a verdade? Comecei nisso por mero interesse pessoal.</p>
<p><span id="more-5739"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Eu era fabricante de brinquedos metálicos para playground, entre outros itens. Um dia, decidi certificar meus produtos com o objetivo precípuo de ter um diferencial competitivo em relação à concorrência. O raciocínio erasimples: se meu produto tivesse um selo de qualidade eu certamente poderiaatuar no mercado com um preço premium, o que me garantiria maiorrentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, para chegar lá, era necessário criar as normas que regulamentariam omercado. Procurei o Inmetro que instituiu uma comissão de estudos formadapor diversos fabricantes, laboratórios técnicos de certificação e órgãos dedefesa do consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">As primeiras reuniões foram terríveis, com um corporativismo latente. Fabricantes de brinquedos de madeira insinuavam que os metálicos eram perigosos porque esquentavam sob o sol e poderiam provocar queimaduras nas crianças. Os fabricantes de produtos em aço, por sua vez, argumentavam que os brinquedos de madeira soltavam farpas que também eram ofensivas. Enquanto isso, os importadores de brinquedos de plástico injetado assistiam a tudo de camarote. Detalhe, nos anos de 1990 ainda não se falava em preocupações de cunho ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que após alguns encontros, com intensas discussões e constantes estudos das normas em vigor nos Estados Unidos e na Europa, subitamente um senso de civismo (e civilidade) tomou conta de todos os atores daquela comissão. A norma que estávamos elaborando era especificamente voltada não à qualidade, mas à segurança dos produtos fabricados e comercializados. Foi quando adotamos um princípio básico: o brinquedo pode ser até de cristal, desde que não comprometa a integridade dos usuários &#8211; as crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim nasceu a NBR-14350/1999 (segurança de brinquedos de playground). Como secretário-geral daquela comissão que se reuniu mensalmente ao longo de dois anos, tenho hoje a alegria de saber que deixei um legado, mesmo não atuando mais naquele segmento empresarial. Foi quando aprendi o propósito e a força do associativismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde então, participei de várias iniciativas como a salvaguarda contra brinquedos importados da China, a supressão da CPMF e, mais recentemente, o Feirão do Imposto, promovendo a conscientização da população com relação à carga tributária embutida no preço dos produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda esta experiência permitiu-me chegar a algumas conclusões:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Você é voluntário até começar a participar. Integrar uma associação ou entidade é uma decisão pessoal. Contudo, uma vez assumido o compromisso, você se torna responsável pelo cumprimento de um planejamento estratégico previamente formulado e pela defesa dos propósitos que norteiam a missão da organização. Esta é uma mensagem àqueles que atuam diretamente na gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Participar não se resume a pagar mensalidades. A contribuição mensal é o bem menor que você pode legar. É limitado e superficial acreditar que basta depositar alguns reais por mês em favor da entidade e exigir que os outros lutem por seus interesses. Você precisa participar ativamente de reuniões, debates e eventos. Esta é uma mensagem aos associados.</p>
<p style="text-align: justify;">3. O interesse coletivo se sobrepõe ao individual. O nome do jogo não é vencer, mas convencer. Isso significa ter flexibilidade e nenhum compromisso com o erro. Em alguns momentos seu argumento é mais fraco e você perde. Mas a derrota de hoje pode ser a vitória de amanhã.</p>
<p style="text-align: justify;">4. O inimigo deve ser eleito com critério. O adversário deve ser nomeado coletivamente. Com rapidez você descobre que ele não é o concorrente na sala ao lado, mas sim a estrutura tributária paranóica, os entraves à competitividade, a economia informal, o produto importado com câmbio favorável e qualidade questionável.</p>
<p style="text-align: justify;">5. As batalhas devem ser escolhidas com sabedoria. A questão não é debater demandas específicas, de caráter conjuntural, mas sim buscar a regulamentação de um setor ou mudanças estruturais. É trocar o benefício de curto prazo, transitório, por avanços de longo prazo, duradouros, capazes de promover a geração de emprego e renda.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes temos o mau hábito de criticar sem oferecer alternativas, praguejar sem dialogar, julgar sem refletir. E, assim, terceirizamos a culpa como indulgência pessoal à nossa própria negligência.</p>
<p style="text-align: justify;">* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de &#8220;Somos Maus Amantes &#8211; Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento&#8221; (Flor de Liz, 2011), &#8220;Sete Vidas &#8211; Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional&#8221; (Saraiva, 2008) e coautor de outros cinco livros. Contatos através do e-mail: tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.</p>
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		<title>Um mundo doente</title>
		<link>http://www.administrando.biz/2012/01/18/um-mundo-doente/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 09:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
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		<category><![CDATA[valores]]></category>

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		<description><![CDATA[Vivemos uma crise social que somente poderá ser superada a partir da
educação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por Tom Coelho</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.administrando.biz/wp-content/uploads/2012/01/valores.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-5724" title="valores" src="http://www.administrando.biz/wp-content/uploads/2012/01/valores-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>&#8220;A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.&#8221; (John Dewey) </span>Crise na Europa e nos Estados Unidos, queda de governos árabes, discussões sobre o aquecimento global. As doenças que acometem o mundo não são de ordem econômica, política ou ambiental. Nossas mazelas são de caráter social. A sociedade está enferma.</p>
<p><span id="more-5722"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas estão fisicamente doentes. Caminhe por uma praia e observe a condição dos banhistas para constatar a falta de cuidados com o próprio corpo, fruto de vida sedentária, alimentação desregrada, ausência de atividade física. Não é à toa que obesidade, hipertensão arterial e doenças coronarianas crescem vertiginosamente.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas estão mentalmente doentes. Ansiedade, angústia, transtornos de humor. Como prova do que digo, observe a proliferação de drogarias por todo o país. E mais do que o número de novos estabelecimentos, a frequência maciça de consumidores. Não importam dia e horário, invariavelmente você encontrará filas nos caixas. Gente comprando de medicamentos para as dores do corpo, a ansiolíticos e antidepressivos.</p>
<p style="text-align: justify;">As relações sociais estão doentes. Temos cada vez mais amigos virtuais, mas continuamos sem conhecer o vizinho que reside há anos na porta ao lado. Familiares não comungam de uma mesma refeição, pais e filhos pouco conversam, casais de amigos em um encontro pessoal trocam a autenticidade de um diálogo pela efemeridade de tuitadas em seus smartphones.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas estão doentes. Mesmo quando lucrativas, sofrem com crises de liderança, dificuldades para engajar seus funcionários e reter talentos, dilemas morais para alinhar discursos institucionais às práticas corporativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Valores e virtudes estão doentes. Intolerância, egoísmo e cupidez suplantam condescendência, generosidade e gentileza. Prevalece a ética do interesse pessoal em detrimento do coletivo.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte ao réveillon, na praia, no campo ou nas ruas das cidades, o cenário era de guerra. Lixo por todos os lados. Garrafas despedaçadas, deixando cacos de vidros infiltrados na mesma areia onde crianças inocentemente iriam brincar ao raiar do dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossos problemas não são conjunturais, mas estruturais. E a solução passa por reflexão, educação e cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. É autor de &#8220;Somos Maus Amantes &#8211; Reflexões sobre carreira, liderança e comportamento&#8221; (Flor de Liz, 2011), &#8220;Sete Vidas &#8211; Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional&#8221; (Saraiva, 2008) e coautor de outros cinco livros. Contatos através do e-mail <a href="mailto:tomcoelho@tomcoelho.com.br">tomcoelho@tomcoelho.com.br</a>. Visite: <a href="http://www.tomcoelho.com.br/" target="_blank">www.tomcoelho.com.br</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O novo profissional de contabilidade</title>
		<link>http://www.administrando.biz/2011/09/22/o-novo-profissional-de-contabilidade/</link>
		<comments>http://www.administrando.biz/2011/09/22/o-novo-profissional-de-contabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 20:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[contabilista]]></category>
		<category><![CDATA[contador]]></category>
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		<category><![CDATA[Tom Coelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma homenagem aos profissionais no Dia do Contador, comemorado em 22 de
setembro, com uma reflexão sobre seu papel no contexto da economia atual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por Tom Coelho</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #003366;"><a href="http://www.administrando.biz/wp-content/uploads/2011/09/contabilista11.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-5262" title="contabilista1" src="http://www.administrando.biz/wp-content/uploads/2011/09/contabilista11.jpg" alt="" width="145" height="93" /></a>&#8220;O que o contador deve se preocupar é em oferecer modelos de prosperidade às empresas. Este é seu dever ético.&#8221; (Antônio Lopes de Sá). </span>Embora o fantasma da inflação esteja sempre rondando o cenário econômico, a estabilidade de nossa moeda conquistada em um já distante 1994, com o advento do Plano Real, fez-nos esquecer da dramática superinflação, período no qual a variação nos preços chegou a espantosos 3% ao dia.</p>
<p><span id="more-5261"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Naqueles tempos, não se falava em eficiência, pois os ganhos obtidos no mercado financeiro, com aplicações no overnight, eram suficientes para pagar com sobra a folha de salários de qualquer empresa, mascarando uma gestão perdulária.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, os profissionais de contabilidade tinham atribuições meramente operacionais tais como processar a escrituração fiscal, cuidar das obrigações legais e acompanhar a esquizofrenia tributária, sempre tencionando evitar multas e sanções.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a inflação sob controle, as receitas financeiras tiveram que ser substituídas por aumento de produtividade. E o ingresso de produtos importados decorrentes da abertura da economia brasileira ao comércio exterior elevou a competitividade e reduziu as margens de lucro.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ainda ser comum encontrarmos uma legião de contabilistas discípulos de Luca Pacioli, preocupados exclusivamente com questões de caráter burocrático, a conjunção da estrutura tributária insana de nosso país, com margens reduzidas e competição crescente, sugerem uma oportunidade ímpar para um novo profissional de contabilidade, dotado de visão estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;">Este novo contador estuda a legislação não apenas para cumpri-la, mas em especial para orientar seus clientes sobre as melhores alternativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Recomenda a opção pelo lucro real conjugada com a reforma do parque industrial mediante aquisições de novos equipamentos por leasing, ao mesmo tempo em que licitamente fragmenta a operação da empresa em duas ou mais companhias, enquadrando uma no lucro presumido e outra no Simples Nacional, na qual será abarcada toda a mão de obra.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanha a legislação nos diversos Estados da Federação a fim de aderir a uma eventual anistia. Realiza consultas fiscais buscando a reclassificação de alguns produtos, um benefício por substituição tributária ou a uma redução de alíquota. Em suma, pratica a elisão fiscal.</p>
<p style="text-align: justify;">Adotando tais procedimentos, possibilita à empresa ganhos que muitas vezes superam a margem líquida obtida no processo produtivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Advogados irresponsáveis podem condenar um réu pela mera perda de prazo. Engenheiros incompetentes podem derrubar um prédio e ceifar dezenas de vidas. Contadores retrógrados ou inconseqüentes podem selar o destino de uma empresa, comprometendo centenas e milhares e pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Que tipo de profissional de contabilidade é você? Qual o perfil do contador de sua empresa? Reflita sobre isso, antes tarde do que&#8230; mais tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de &#8220;Sete Vidas &#8211; Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional&#8221;, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail  tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e http://www.setevidas.com.br&gt; <a href="http://www.setevidas.com.br/">www.setevidas.com.br</a>.</p>
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