Posts com Tag: ‘Enrico’

Mais Vale o Conhecimento na Mão, do que Diplomas Voando

Por Enrico Cardoso

Entre as coisas que eu mais escrevo e vivo batendo na tecla está a importância da educação. E não estou falando de faculdades e cursos MBA apenas. Na verdade, hoje o MBA pode até queimar o seu curriculum. Isto, porque todo mundo pode fazer um e continuar a ser o mesmo profissional medíocre de sempre. Um curso de graduação é muito importante e, se o aluno for comprometido e determinado, conseguirá aproveitar algo em torno de 30% de um curso de quatro, cinco, talvez seis anos. Isso, porque as faculdades de hoje são totalmente voltadas para a teoria e esquecem de uni-la à prática, o que forma profissionais cada vez menos maduros para trabalharem em uma época onde os profissionais precisam de sentido de urgência. Eu não estou defendendo a anarquia dos cursos de graduação. Nem que se desdobre em esforço para conseguir algo sem uma faculdade. MAS, é depois da faculdade que os verdadeiros estudos devem começar.

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Para que Serve o Atendimento?

Por Enrico Cardoso

As grandes empresas deveriam servir de exemplo para as pequenas empresas, quando o assunto é atendimento e a capacitação de vendedores. MAS, na prática, são as pequenas que têm muito a ensinar para as grandes.

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Mais Vale uma Indicação na Mão do que Conhecimento e Dedicação de Sobra

Por Enrico Cardoso

Eu pensei que tivesse acabado essa história de indicação, de Q.I, e todo esse blá, blá, blá. Eu sei, que em todo lugar tem gente que conhece uma pessoa, que conhece uma pessoa e, por esse motivo acaba conseguindo uma vaga aqui, outra acolá. SIM, eu conheço inúmeras empresas em que um bom conhecido vale mais do que milhares de conhecimentos e potenciais nas pessoas. Isso mesmo. Essa moda vem da política acredito eu, e antes da política, das capitanias hereditárias, e está impregnado em nossa cultura até hoje.

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ACIDENTES DE PERCURSO

Por Enrico Cardoso

Hoje eu estava me lembrando dos tempos de criança, fazendo uma reflexão da época de quando minha maior preocupação era se eu iria conseguir recuperar a minha nota 2,5 em Física. Uma matéria que nunca foi com a minha cara. Eu deveria ter uns quinze anos, meus medos e frustrações eram outros e eu tinha outras perspectivas de futuro. Naquela época, meu desejo era poder tirar a carteira de motorista para poder dirigir. Detalhe: nem carro eu tinha. Mas queria a maldita a carteira aos dezoito anos. Aos quinze anos eu pensava em ter dezoito. Hoje, quase dez anos depois, minha vontade é estar de volta àquela época. Não porque as responsabilidades eram menores. Até porque, desde que minha mãe se separou do meu pai, eu tenho tentado ser o homem da casa (até desistir de vez e vir pra São Paulo, ano passado) desde então. Eu queria bater um papo com esse moleque. Queria dizer pra ele que nada sairia como planejado: que a carta de motorista só viria aos quase dezenove anos, que o sonho de fazer uma faculdade fora não iria se realizar e que, tão cedo, ele não teria um carro seu para dirigir. Mas, será que ele me ouviria? Afinal, a vida ainda era dele e ele poderia construir o seu futuro. Leia mais … »



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